Monthly Archives: Maio 2014

Vamos dar uma volta?

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Cate Blanchett em Ralph Lauren

Cate Blanchett em Ralph Lauren

Primeira paragem: o castelo da tia Elizabeth, em Windsor. A Ralph Lauren decidiu apoiar a causa de um hospital oncológico britânico e, de carreirinha, convidou (e vestiu a rigor) umas quantas stars para o evento. O Duque de Cambridge, que é um querido, pediu o castelo emprestado à avó, e vá de organizar um jantar para aquela gente toda. Parece que a amiga Kate ficou em casa com o baby, mas havia tanta mulher bem vestida na festa que – os Deuses me perdoem – não se sentiu a sua falta. A mulher da noite? Cate Blanchett, por razões óbvias… (suspiro)

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Bring back our girls!

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michelle obama

Acho que já disse isto, e não me canso de o repetir, porque é a mais pura das verdades: a maternidade muda-nos. Não só pelo lado físico (4 quilos que vieram para ficar, um número de calças acima, alergias que não tinha, sono que já não consigo pôr em dia…), mas sobretudo pelo lado emocional: já chorava a ver o Rei Leão, agora choro mais; sentia pena dos pais de crianças birrentas, agora sinto uma enorme onda de empatia e solidariedade; as agressões a crianças, mulheres e animais deixavam-me com os nervos em franja, agora deixam-me positivamente POSSESSA! Grrrrrr….

Vem esta conversa a propósito do grupo de cerca de 250 raparigas adolescentes, raptadas de uma escola, na Nigéria, no passado mês de Abril, por um grupo islâmico extremista. O evento poderia ter passado despercebido por entre tanta coisa má que acontece no mundo – mas ainda bem que não foi. As redes sociais ajudaram a passar a palavra e, em poucos dias, o pedido #BRINGBACKOURGIRLS (“tragam as nossas raparigas de volta”) espalhou-se pelo mundo, tornando-se viral. E quem quer que critique o Instagram, Twitter ou Facebook como “meios que afastam as pessoas da realidade” não pode negar a sua utilidade nesta situação. O meio artístico, sempre solidário, associou-se à causa com entusiasmo: nomes como Angelina Jolie, Alexa Chung ou Cara Delevingne fizeram referência ao assunto, e até a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, foi fotografada com a frase da campanha. Outra apoiante deste movimento, Hillary Clinton afirmou sem rodeios que “a educação é um direito básico e não pode ser usado para atacar crianças”, opinião que subscrevo totalmente. O fanatismo, seja de que forma for, não pode ser tolerado.

Entretanto, vários governos internacionais enviaram equipas para ajudar as autoridades da Nigéria, que recusaram as reivindicações iniciais dos extremistas, e algumas raparigas conseguiram fugir, mas é preciso fazer mais. Para apoiar o movimento, e pressionar a comunidade internacional a agir, de forma a recuperar as meninas do cativeiro, podem subscrever a petição internacional – com perto de 1 milhão de assinaturas – aqui, ou escrever uma carta ou e-mail ao vosso deputado/governante preferido, e pedir uma posição oficial do nosso país. Diz que o tio Aníbal, que mora em Belém, gosta de receber postais…

Até já!

Já passou um ano (parte III)

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Então, para terminar as fatiotas do baile mais badalado da temporada, ficam as meninas de preto e branco – giras, giras – e versões WTF (para quem não é versado na gíria anglófona, é uma espécie de “mas que raio?…”, mas sem asneirada). A não perder, esta comparação das senhoras presentes a princesas Disney. Mesmo, mesmo boa…

Se quiserem ver mais imagens dos bastidores, aqui fica uma simpática compilação feita pela imprensa. E a troupe de amigas de Stella McCartney, que fizeram sensação na entrada…

Team McCartney - Cara Delevingne, a designer, Kate Bosworth e Reese Witherspon

Team McCartney – Cara Delevingne, a designer, Kate Bosworth e Reese Witherspon

Até já!

 

Já passou um ano?? (parte II)

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Diane Kruger em Hugo Boss

Diane Kruger em Hugo Boss

Pois então, continuamos com os melhores looks do baile do Metropolitan, e desta vez, sem saias tufadas: afinal, as silhuetas de vamps são – de longe – as minhas favoritas.

3. Looks “de baile” alternativos:

Linhas muito justas ao corpo, com ou sem cauda, em vestido ou na versão top + saia, com a sugestão de pele na cintura e em tons de rosa.

4. Casais-sensação:

O mais Hollywood? Blake e Ryan?

O mais “lindinho”? Tom e Gisele.

O mais “fashion”? Victoria e David.

O mais poderoso? Jay Z e Beyonce.

O mais cool? Qualquer rapariga no braço de Johnny Depp.

Ah, e estava lá a Kim e o maridinho – sim, é novidade recente – e não se vestiu de “sofá-da-avó”. Mas não ia melhor. Enfim…

Até já!

Créditos: Vogue.com e Fashionista.com

Já passou um ano??

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Bee Shaffer (filha de Anna Wintour) em Alexander McQueen

Bee Shaffer (filha de Anna Wintour) em Alexander McQueen

Pois é, parece que o último baile do Metropolitan de Nova Iorque foi apenas há uns meses, e ei-lo de novo aqui, em todo o seu esplendor, homenageando Charles James, o criador dos mais glamourosos vestidos da década de 50 e 60. Ontem à noite a passadeira vermelha estendeu-se de novo para receber as estrelas, num evento que é antecipado de forma cada vez mais intensa – e digital. Os intervenientes VIP não dispensam publicar todo o processo de preparação nas redes sociais: a cantora Taylor Swift e a amiga modelo Karlie Kloss, a própria revista Vogue, com toda uma sessão fotográfica prévia, entre outros.  Até mesmo aqueles que resolveram não ir, porque Anna Wintour… uma vénia, por favor… decidiu que a indumentária proposta não era DE TODO adequada, usaram o Instagram para falar do evento (ver o exemplo de Madonna). E é de espantar que os mediadores da rede não lhe tenham fechado a conta, como fizeram com Rihanna…

Convenhamos, um conjunto escasso de ligaduras não tinha nada a ver com o tema da festa, “White Tie” (gravata branca) que, na gíria da moda, corresponde a “traje de gala”: fraque para os senhores, vestido de baile para as senhoras. Houve quem seguisse o dress code à risca, houve quem o “adaptasse” à modernidade, quem lhe fugisse a sete pés, e quem, pura e simplesmente, enlouquecesse de vez. Mas vamos por partes:

1. As melhores da noite

Quem seguiu o “dress-code”, arriscando um pouco na silhueta, usando rendas, brilhos e tecidos metalizados, cabelo impecável e jóias elegantes. Pontos para Oscar de la Renta, o “rei” dos vestidos de baile.

2. As variações florais

Em vestido de baile verdadeiro, mas usando – e abusando – dos estampados românticos, com grandes rosas e outras flores vistosas.

 

O próximo post segue dentro de momentos… 😉

Até já!

Créditos: Fashionista.com; Vogue.com