Monthly Archives: Fevereiro 2017

Primavera (!) em Fevereiro

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Está calor, não está? E tirando o ventinho chato, até apetece usar tecidos mais arejados… até nos lembrarmos que estamos em Fevereiro, e as constipações só estão à espera que baixemos a guarda para nos tramarem. Nada que as senhoras que acabaram de pular da semana da Moda de Nova Iorque para a de Londres não tenham em conta, já que andaram entre a neve e a chuva, com casacos de pêlo e mules (!), t-shirts  com o logotipo da Gucci e botas em tons de nude. Há que saber equilibrar as coisas, certo? Agora seguem para Milão e Paris, com (espera-se) um pouco mais de bom tempo. E para quem não tem a sorte de girar nestas andanças, há sempre as novas coleções da Zara para os distrair. A nova estação é toda focada nas mangas: em balão, em túlipa, com pregas, atilhos, recortadas, e até em forma de cinto. E aquele kimono tem mesmo o meu nome, não tem?

Até já!

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Magenta dreams

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Zara – colecção SS17

FYI, uma das minhas grandes tristezas no final da adolescência foi o encerramento da fábrica da Molin em Portugal, e o consequente desaparecimento das suas canetas das nossas papelarias. Com elas desapareceu a minha cor favorita, que qualquer pessoa reconhece como Magenta, mas que para mim será sempre Magenta Molin. Uma cor de referência, tal como o Verde Benneton.

Tive um bomber com o forro dessa cor durante a adolescência, e um top que tive mesmo de comprar na TopShop, da primeira vez que estive em Londres, ainda o ano 2000 não tinha chegado. Uma camisola seguiu-se (da Zara, e ainda resiste na gaveta). São raras as cores fortes que, pela sua riqueza, sustentam um look integral sem parecerem demasiado pesadas. Imaginem looks integrais amarelos, verdes, laranjas… too much, right? Para mim, o magenta sempre foi exceção.

A culpa é da Barbie, porque a minha primeira boneca tinha um vestido desta cor. Se nunca se esquece o primeiro amor ou o primeiro beijo, eu nunca esqueci o meu primeiro vestido de boneca. E o amor pelo magenta.

Até já!

PS – 2016 foi um ano difícil, mas este bocadinho de mim fez-me falta. E não me apetece voltar a largá-lo tão cedo… 😉