Category Archives: Wedding bells

Tuesday cravings

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zara home

Querida Zara Home: obrigada por perceberes que uma rapariga também gosta de usar coisas bonitas em casa. E – quem sabe – levá-las à rua. A um casamento, por exemplo. Mesmo.  😉

Até já!

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Happily ever after…

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ciderella wedding 1

O (único) vestido de noiva da Cinderella

 

Será que viveram mesmo felizes para sempre? Todos aqueles casais de príncipes e princesas dos contos de fadas, que passaram por grandes tormentas para ficarem juntos: será que durou? Será que a Aurora não se cansou do feitio brincalhão do Filipe? A Ariel das viagens intermináveis do Eric? Ou a Branca de Neve: o que é que ela conhecia do príncipe, afinal? Casa-se com o primeiro gajo que nos salva de uma maçã envenenada? Afinal, o que ele fez qualquer socorrista do INEM faria… 😉 Na vida real, no dia a dia, há loiça para lavar, rabiosques para limpar, viagens – e bagagens – para planear. Há supermercado, IRS, natação, aniversários… Como seria a vida destas princesas nos dias de hoje?

E desmancha-prazeres, não? Queremos lá saber do dia-a-dia, porque os contos servem para isso mesmo: para nos transportar para fora da rotina, e fantasiar com uma vida diferente, cheia de bailes e vestidos de sonho. E por falar em sonho… este vestido de noiva não é lindo? Só teve direito a 2 cenas finais no novo êxito da Disney, levou 550 horas de trabalho a 16 pessoas, foi pintado à mão, chegou a pegar fogo (true story!), mas cumpriu 100% a sua missão de encantar as meninas e  mães – e FIY, existe uma versão para as nossas piquenas na loja da Disney. Caríssima, mas isso não vem ao caso, certo?

cinderela baile

Um dos primeiros esboços “DO” vestido!

 

E como foi vestir estes personagens? Sandy Powell, vencedora de três Oscares da Academia de Hollywood, e que foi responsável pelo guarda-roupa de filmes como “Entrevista com um Vampiro”,  “Shakespeare in love”, “Gangs of New York” ou “O Aviador”, conhece bem as dificuldades que podem surgir no processo de construção de um guarda-roupa de época, e este não foi exceção. Inspirando-se nos fantásticos guarda-roupas dos filmes realizados na década de 50, mas que pretendiam retratar o século XIX, a designer procurou imbuir as peças de pormenores modernos (os padrões, as texturas, os acessórios), sem perder de vista os cortes tradicionais (pensem nos filmes da Imperatriz Sissi, com Romy Schneider, e chegam lá) e as influências bucólicas da Inglaterra rural vitoriana, bem marcadas nas cenas de abertura.

Vogue-Stepmother-Cate-Blanchett

Madrasta e filhas, com cores ácidas e vibrantes…

 

Powell admitiu à Vogue que a parte mais divertida do seu trabalho é vestir os maus da fita, já que os heróis são mais difíceis. O realizador – Kenneth Branagh – deu-lhe bastante espaço de manobra, e o facto de conhecer bem Cate Blanchett, com que trabalhou noutras ocasiões, foi fundamental. Aliás, a atriz afirma mesmo que parte do seu trabalho de preparação para os papéis que encarna se baseia nas roupas que veste, e o magnífico trabalho de Powell faz com que sinta necessidade de se esforçar para “estar à altura”. Para a madrasta, a designer escolheu o verde (cor da inveja), em tecidos brilhantes e luxuosos, e acessórios dourados com pedrarias escuras. Para as irmãs, as cores eleitas foram o rosa e o amarelo em tons fortes, conjugados em conjuntos vistosos e “apalermados”: no fundo, o objetivo era fazê-las parecer ridículas. E por mim conseguiram!

wedding 2

Para Lily James, Powell teve de pensar “fora da caixa”, já que a iconografia da Disney põe a nossa heroína em trajes muito simples, e mesmo esfarrapados, em quase toda a história, o que não batia certo com a ideia de Cinderella que a designer tinha interiorizado – e com o guião. “Queria um vestido que fosse bonito e, com o tempo, parecesse gasto e cansado”, tal como a personagem. E o azul do vestido do dia-a-dia faz a ligação com o azul intenso DO VESTIDO de baile. AQUELE vestido (nove versões dele, pelo menos, com 18 pessoas a trabalhar e 500 horas de trabalho em cada). E foi também “O” vestido que deu a Lily James o empurrão final que a atriz precisava para as suas cenas. “Quando o vesti senti-me aterrorizada e, ao mesmo tempo, maravilhada. Aí percebi exatamente o que a Cinderella teria sentido na ocasião.”

Disney-Cinderella-Shoes

E o sapato? Uma maravilha das tecnologias digitais, pensam vocês? Nem por sombras! A designer teve na Swarowski – quem mais? – um poderoso aliado na criação de oito (!) pares de sapatos verdadeiros, quase mágicos, em tamanho real, cuja inspiração foi um par de sapatos antigo, que Powell encontrou num museu inglês. Adicionem-lhe uma borboleta dourada, o brilho do cristal e, “Bipitty Bopotty Boo!”, cá estão eles! Não dão para andar – ao contrário do que afirma a fada madrinha – mas são bem catitas! Em 2012, em antecipação da produção do filme, vários designers fizeram a sua interpretação do “sapatinho de cristal” – e Christian Louboutin foi um deles. É o mais próximo que alguma vez alguma mulher estará do seu momento Cinderella – digo eu – mas podem também tentar ver a exposição itinerante da Disney, com muitos dos elementos do guarda-roupa e cenários, se a apanharem numa cidade perto de vós!

Até já!

Créditos: Vogue, Blogs.Disney, VanityFair

 

 

Já não sei o que vestir em casamentos…

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Don’t get me wrong, sei perfeitamente o que vestiria se o preço não fosse o problema (ver acima, tudo no Net-a-Porter).

Não consigo é decidir-me dentro do orçamento que tenho (ínfimo), e não encontro nada de jeito. Os sapatos já cá cantam (saldos da Zilian, ano passado, tcharam!), clutches tenho várias que funcionam com os ditos, vai depender – lá está – do vestido. Ainda pensei em calças largas e uma blusa, a atirar para o sofisticado, mas caramba: uma pessoa tem tão poucas oportunidades de se vestir bem, MESMO bem, tipo red carpet bem, e vai escolher calças? Nah…

Vai daí, estaca zero. O meu armário tem várias opções, mas nenhuma que convença: estamos a falar de início de Outubro, ou seja, tempo de “já não está calor, mas também não está frio” – e daí, até pode chover a potes, ou torrar o dia inteiro, o tempo anda doido… – e tudo o que tenho é para verão. Umas quantas opções datadas (tenho um slip dress giro, mas não sou a Kate Moss), outras demasiado curtas (resolvi que já estou velha para as mini espampanantes), outras ainda já vistas em eventos com os mesmos intervenientes. Nada, portanto. Ainda não esgotei os armários das amigas, mas como só uma veste o mesmo número, não sei se me safo.

Para piorar as coisas, ando com queda para os rosas-sorbet, e não há nada que me desconvença… vidas duras!

Até já!

 

Wedding season…

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Olivia Palermo e o (recém) marido, ontem, em Nova Iorque

Olivia Palermo e o (recém) marido, ontem, em Nova Iorque

Pois estamos em tempo deles, não é verdade? Tempo no sentido de época, não no clima, por sobre esse… não me façam falar! Estamos no primeiro dia de Julho e a minha pimpolha foi para a praia com a escola, SOB AMEAÇA DE CHUVA!! 😦  Este S. Pedro anda parvo, é o que é…

Bem, ia então falar-vos do mais recente enlace no mundo das fashionistas. De forma discreta e sem alardes, apenas com a família e um par de amigos muito próximos, a nossa amiga Olívia e o seu rapaz deram o nó, num jardim da localidade de Bedford, em Nova Iorque. Johannes Huebl, o noivo, levava fatinho branco, gravata e lenço de seda azul; a noiva surpreendeu (ou nem por isso) com um look muito elegante da autoria da designer Carolina Herrera, uma das suas favoritas: calções (sim, leram bem, calções!) brancos, camisola de caxemira no mesmo tom, e uma saia de tule sobreposta, com bordados. Penteado e maquilhagem simples e naturais.

Para finalizar, o apontamento azul: sapatinhos Manolo Blahnik em cetim, com fivela de cristais. Sim, os mesmos que a Carrie usou para casar com o seu Big. (suspiro)

Simples, elegante, com apontamentos pessoais. Todos os casamentos deviam ser assim!

Até já!

Crédito: Oliviapalermo.com

Desejos de aniversário…

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Sweatshirt da Zara (proposta de prenda de aniversário, wink, wink!)

Sweatshirt da Zara (proposta de prenda de aniversário, wink, wink!)

Faz hoje 6 meses que “dei o nó“, naquele que foi um dos melhores dias da minha existência… Apesar de a vida em comum já ter alguns anos, e já termos um rebento, achámos que o momento de “oficialização” fazia sentido, e adorámos poder partilhar esse dia com a nossa filha, família e amigos próximos, cheio de emoção e alegria. Venham então mais 6 meses, mais 1 ano, mais 10, 20 ou 30, cá estaremos para os comemorar. De preferência, com viagens a Paris, cidade do Amor.

Até já!