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Baby B(l)oomers

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Jeans pré-mamã H&M

Jeans pré-mamã H&M

Pois que, nos últimos dias, choveram notícias (abençoadas) de novos bebés para o nosso círculo de amigos. Sendo eu daquelas pessoas que acha que, contra a crise, a solução está em aumentar a natalidade (não se pode ir jantar fora, ou ao cinema, e há que pensar na sustentabilidade da segurança social, certo?), estas notícias não podiam ter vindo em melhor altura. Parece que são rapazes, o que invalida os esforços de empréstimo dos quilos (toneladas!) de roupa da minha B., mas paciência: mais princesas virão!

Para as futuras mamãs, a problemática “o que vestir?” adquire nesta altura todo um novo significado. O corpo muda (aumenta!) de mês a mês, e poucas são as peças do nosso guarda-roupa que são possíveis usar a partir dos 4/5 meses, sobretudo se estamos a falar de calças. Neste departamento, creio não haver volta a dar: um par de jeans confortáveis, de maternidade, são essenciais. Outra peça que não podemos  contornar são os soutiens de suporte ou – mais tarde – de amamentação, com alças largas e caixa ampla, para maior conforto. Acreditem quando vos digo: vão fazer toda a diferença!

Cardigan Zara

Cardigan Zara

A partir daqui, existem 3 maneiras de encarar a roupa durante a gravidez (e o pós-parto): a) comprar todo um guarda-roupa propositado; b) continuar a comprar a roupa que gostamos, 1 ou 2 tamanhos acima; c) fazer um mix de peças que já temos com roupa de corte largo ou tecidos elásticos, que nos servirá antes, durante e depois de uma gravidez. Tendo em conta que a opção 1 é para quem pode, e a 2 implica um desperdício de peças de roupa após 6 meses de uso, eu sou daquelas que é adepta da opção 3, com algumas exceções (as tais jeans de maternidade). E assim sendo, o que usar?

Em busca de inspiração, basta cuscar os blogs de moda que mais consultem. Muitas das bloggers da nossa praça (a Ana ou a Maria) optaram por túnicas e leggins, durante o inverno, ou calções e tops fluídos no verão. Eu acrescentei ao cardápio blusas tipo “camponesa”, com motivos florais, que acolhem o decote generoso e a barriga, sem ser preciso comprar o número acima, e tops de jersey macio e elástico, que esticam connosco! Vestidos de linha A, ou em malha, que acomodem o “embrulho”, também são uma excelente opção, como podem ver aqui.

E de resto? Os sapatos. Ai, os sapatos. Nos últimos meses de gravidez, saltos serão cada vez mais complicados, ainda que sejam cunhas, e não ajudam em nada a saúde de mamã e bebé, por isso esqueçam-nos. Invistam em um ou dois pares rasos de boa qualidade, e o assunto fica resolvido. Até porque, no primeiro ano de vida do baby, vão passar a vida com ele ao colo, pelo que os saltos continuam a ser um empecilho. A não ser que sejam a Victoria Beckham… 😉

Vestido Mango

Vestido Mango

E onde é que vamos para tratar disto? Booommmm… depende do orçamento, certo? Eu cá investi nos soutiens: as miúdas ficaram quase o dobro, minha gente, é obra! Vieram da Triumph e da Chicco, e não tive razões de queixa. Também comprei – em saldos – um par de calças para a primavera/verão, da Benetton pré-mamã, super-confortáveis.  As calças de ganga foram mais em conta: vieram da H&M e eram do melhor que há! Passei 6 meses dentro delas (mais coisa, menos coisa). A partir daqui, não adquiri nenhuma peça que não use atualmente: leggins, vestidos, túnicas, blusas e casacos de malha, está tudo em rotação.

Para as mais indecisas, deixo algumas sugestões. Mango, Zara, H&M, Gap, todas as grandes cadeias têm linhas de maternidade com peças básicas e confortáveis. Os cortes largos vão servir no pré e pós parto, porque, para quem ainda não sabe, a barriga demora a ir ao sítio. E o conforto dos materiais é o mais importante. Pode não ser para já, mas nunca se sabe quando a cegonha “ataca”, certo? Eu já ando a pensar na 2a ronda… 😉

Até já!

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Já cheira a Verão – com a Benetton!

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Mal muda a estação, lá estou eu colada à montra da Benetton. Não há forma de escapar, e nem sequer tento. Na loja do C.C.Colombo, por exemplo, atravesso rapidamente as secções de adulto e vou direitinha ao fundo, à esquerda: zona das (já não tão) baby girls! Por acaso, nem é a loja que considero ter a maior/melhor seleção na zona da grande Lisboa – essa honra cabe, obviamente, à loja do Chiado, com os seus 3 pisos – mas é a que fica mais à mão. E lá passo horas virtuais a babar e a organizar mentalmente 101 looks para a B. Raramente saio de mãos a abanar, mas como a coisa não está fácil para ninguém, a marca também ajuda com promoções simpáticas. E a cada novo catálogo, novas peças para namorar…

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O preço não é dos mais convidativos, é certo, mas a qualidade é indiscutível. Lavagem após lavagem, os estampados parecem novos, as cores mantêm-se fresquinhas, os botões bem pregados, o conforto do algodão assegurado. E – o que mais me agrada – pensam cada coleção do ponto de vista das crianças (e das mamãs!): cores alegres, cortes que não prendem movimentos, tecidos que duram, e duram, e duram… Mas o mais importante, para mim, é ser mesmo roupa de criança, e não roupa para “mini-adultos”. Nada de padrões leopardo ou camuflados, tachas, cabedal ou caveiras (desculpem, senhores da Zara, mas a minha filha não é uma mini-rocker/mini-punk/ mini-metálica). Vestidos com milhares de flores, t-shirts às riscas e calções com bolinhas, é o que se quer. Gatinhos fofinhos, cãezinhos traquinas, muitos Ursinhos Carinhosos e personagens Disney, isto sim é roupa de criança. À grande! 😉

Até já!

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Já foram aos saldos?

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Casaquinho da Zara - giro, mas ainda caro.

Casaquinho da Zara – giro, mas ainda caro.

Pergunta parva, claro que sim! E eu também, porque é para isso que serve o L&L, certo?

(Agradeço a quem está neste momento a insultar-me mentalmente só por pensar em gastar dinheiro em compras, em roupa, etc., e que devo ser uma consumidora desenfreada, que não tenho vergonha, com o país nesta situação, e tal e coiso, que se refreie. Ficai sabendo que este blog é mesmo para isso, que comprar em saldos significa poupar dinheiro, que o consumo ajuda a economia a crescer e quem não gostar que se mude. Sugiro uns sites muito simpáticos sobre receitas da Bimby, que dão sempre jeito – apesar de a dita máquina custar uma fortuna. Adiante.)

Então o meu resumo dos últimos dias: o tal colete de pêlo evaporou dos cabides da Pull&Bear assim que entrou em saldo (passou para €25 e qualquer coisa), e nem online o apanhei. É para aprender a não hesitar quando o meu instinto me diz que sim. Assim sendo, vinguei-me na Mango, onde pesquei um cinto bege que muita falta me fazia, e um vestido de linha A muito colegial, em pied de poule cinza e rosa (parecido com o que vos mostro, mas em manga curta). Da Zara – be still, my heart – veio um sobretudo de lã branco por menos de €40! Sim, a minha alma ficou parva, até porque os casacos deles não costumam ser assim tãoooo reduzidos, mas era de aproveitar, certo? Por acaso ia fisgada nestes sapatos, que já não existiam no meu número, mas na falta deles fiquei-me pelo casaco, que tem o corte do que vos mostro acima (mas não é o mesmo; este tinha mais €30 na etiqueta). Estive indecisa entre um casaco da Benetton no mesmo tom de amarelo-caril – a C. levou-o em azul navy- e o tal da Zara, mas ganhou o preço da nossa amiga espanhola. Mais sobrou para ir à Quebramar buscar um cachecol xadrez – a tendência anda por aí, já vos disse – e um conjunto à WomenSecret, porque uma rapariga nunca tem lingerie a mais (acho eu!).

Vestido colegial na Mango

Vestido colegial na Mango

Num segundo round, enfiamos as pechinchas on-line – uns botins pretos com fivelas que há muito me escapavam, direitinhos da ShopBop – e um rápido browsing ao El Corte Inglés, para sacar uma das minhas compras de saldos preferidas: chapéus! Um panamá italiano, em feltro castanho de tom “café com leite”, e giro, giro, giro! Fiquei com (mais) uma “Pliage” da Longchamp atravessada, que estouraria o orçamento todo – portanto lá ficou – mas encontrei uma camisa de xadrez da Levi’s com 50% de desconto que me deixou feliz. E pronto, acabaram-se as compras por estes lados, até porque as restrições orçamentais vão ser orientadas para uma ocasião específica (mais adiante conto a novidade). Para quem ainda não mergulhou nas lojas, ficam algumas ideias: vale a pena investir nos vestidos da Mango, nos blazers da Zara, na roupa interior da WomenSecret, nas malhas da Benetton e nas calças de ganga da Levi’s (50% na coleção “Curve” no El Corte Inglês). Ahh, já me esquecia: encontrei na Zara Home uma bela clutch leopardo (espreitem no Instagram em @laranjaseleopardos)! Teve de vir comigo para casa… E esta, em rosa-choque, também é muito jeitosa! 😉

E vocês? Encontraram coisinhas boas? Contem!

Até já!

Sexta-feira negra

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Campanha X-mas Pass da Lanidor

Nop, não aconteceu nada de mal, pelo contrário: sexta-feira negra passou a ser sinal de sorte! De há uns anos para cá, as nossas marcas têm aderido ao conceito de “Black Friday” – a sexta-feira a seguir ao dia de “Ação de Graças” americano ou, para quem vê muitos filmes, o “dia em que toda a gente por lá come perú até cair” – em que as lojas fazem um enorme desconto aos seus produtos, de forma a arrancar as promoções e campanhas de Natal. Por cá, a Fnac já tinha o seu “dia aderente” bem antes da crise começar, mas juntou-lhe uma Black Friday e agora toda a gente se quer juntar à festa. A Lanidor criou o X-mas Pass, que dá descontos às fashionistas num período de compras antes do Natal – e dos saldos – e outras marcas já estão a fazer descontos em diversas linhas: a Benetton é uma delas, com descontos na linha de criança. Yei!

Lá por fora, a Gap, a J.Crew, a Asos, a TopShop, a BeautyBay, e muitas outras lojas on-line apresentam propostas de redução semanalmente – esta semana nas mallhas, a próxima nos acessórios – e não há dia que passe que a minha caixa de e-mail não tenha, pelo menos, 2 ou 3 propostas tentadoras… mas o dinheiro não dá para tudo, certo? Ainda assim, vale a pena aproveitar para as prendinhas de Natal dos que mais amamos (e nossas!).

Até já!

Cores de Terra… na Benetton

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Cores de Terra… na Benetton

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É uma das minhas marcas favoritas quando chega o inverno, sobretudo por causa das malhas. A qualidade dos materiais que a marca usa é sobejamente reconhecida, e eu posso garantir que tenho peças de lã com mais de 10 anos que têm – se tiverem – 2 ou 3 borbotos. No máximo. As “cores Benetton” são outra razão para as peças de inverno me agradarem tanto: os básicos são sempre produzidos nos tons da estação, mas também nos tons mais neutros, como beges, azul-escuro, ou preto, que dão para usar estação após estação. E os casacos do género “canadiana” valem cada euro que pagamos por eles, porque são eternos. Por estas razões – e porque escolheram o magenta para uma das cores dos looks de inverno, que eu AMO – aqui ficam algumas imagens da atual coleção da marca italiana. Se passarem numa loja, não deixem de espreitar os carapuços-cachecóis de malha (é um cachecol com uma parte mais larga, que serve de carapuço): são caros mas tãooo giros!!

Até já!