Tag Archives: Converse

Quentes e boas!

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Stella McCartney, Gwyneth Paltrow - e as modelos vestidas com algumas das peças da sua coleção

Stella McCartney, Gwyneth Paltrow – e as modelos vestindo peças da nova coleção (quero o jumpsuit cinza e as sandálias!)

Na semana de regresso às aulas, a agitação é muita, mas não podia deixar de partilhar convosco as mais frescas novidades do mundo da moda, nomeadamente:

– a colaborações recentemente anunciada, mas cujo conteúdo se mantinha no “segredo dos deuses”, entre Stella McCartney e Gwyneth Paltrow (melhores amigas!): uma coleção de roupa clássica, daquelas que duram anos e anos, e que, segundo a atriz, “vamos deixar às nossas filhas”. O preço de venda (através do site de Gwyneth) acompanha a perspectiva de duração (alta) das peças, mas tendo em conta o que já foi mostrado pela dupla, parece compensar…

– uma nova colaboração entre a Converse e a Maison Martin Margiela (que já colaborou com a H&M, lembram-se?), que ainda não foi completamente desvendada, mas aponta para os clássicos All Star numa versão “all white”. Aguardamos mais novidades…

Jennifer Lawrence para a Dior

Jennifer Lawrence para a Dior 

– a nova campanha da Dior para este inverno, com a atriz Jennifer Lawrence, mostra-nos um look fresco, clean, quase desprovido de maquilhagem (um pouco de sombra, um toque de gloss), mas ainda assim ladylike. Gostei.

Para terminar, ainda que a NY Fashion Week comece hoje, há já quem diga estar farto da respectiva agitação, e vaticine a sua eminente remodelação – mas são só opiniões, por enquanto. Imagens dos desfiles trarei à medida que forem acontecendo, ok?

Até já!

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The Simpsons…

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Novos All-Star, cortesia da família Simpson

Novos All-Star, cortesia da família Simpson

Mais uma colaboração, e das boas: os clássicos All-Star da Converse “vestem-se” de cor e das emblemáticas frases de Homer e Bart Simpson – acompanhadas das suas mundialmente famosas caras, claro está! Já estão à venda desde sábado, em lojas selecionadas e, claro, no site da Converse. Uma boa razão para dizer: “aye, caramba!”.

Até já!

Créditos: Vogue Portugal

A Dorothy dentro de nós

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A Dorothy dentro de nós

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Uma das regras fundamentais da minha vida, no que diz respeito a sapatos, é: “ter sempre um par de sapatos vermelhos”. Para o verão ou para o inverno, sabrinas, ténis ou botas – ou mesmo uns peep toe em verniz – não interessa a forma: mulher que se preze tem de ter um par de sapatos vermelhos. Com jeans e uma t-shirt preta, ou com um simples vestido branco? Combinam. Com um par de calças pretas e um blaser tipo smoking? Combinam. Com uns calções de ganga rasgada e uma sweatshirt? Combinam! As razões porque devem ir a correr comprar um par, se não tiverem?

1. Porque são sexys.

2. Porque levantam a moral e o espírito de qualquer mulher.

3. Porque dão um toque de irreverência e cor a qualquer outfit.

4. Porque são sexys.

Entendido?

Até já!

Créditos: Net-a-porter

DC Comics e Converse

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League of Justice para a Converse (modelo masculino) – fofos!!

Já tínhamos falado sobre esta coleção, e o facto de poder ser costumizada, mas a Schuh.eu – um site dedicado à venda de calçado, com marca própria e outras de renome – recebeu recentemente uns quantos pares desta edição, com prints fantásticos e únicos: Batman, Joker, Wonderwoman, SuperHomem, é só escolher. O preço das versões masculinas é €80, o que não é um drama para quem gosta dos seus Converse AllStar, e é colecionador de “all things comics”. Pena que os modelos para senhora sejam menos diversificados e um pouco mais caros – ainda assim, gostei destes. Acima de €75 em compras os portes são grátis (abaixo, são €5 por item), portanto não há desculpas! Cheira-me que vou ter de dar uma prenda ao rapaz cá de casa… Boas compras!

Até já!

Super-heróis ao alcance do… pé?

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Os Converse Allstar (parceria DC Comics) que criei on-line

Há umas décadas atrás, comprar uns metros de tecido e “mandar fazer” um vestido ou um fato não era nada do outro mundo. Proliferavam as modistas e os alfaiates, que tinham clientes certos e um volume de encomendas constante. Os modelos ou “feitios” eram escolhidos em revistas da especialidade, acertavam-se detalhes como os botões ou a gola, os profissionais mediam-nos da cabeça aos pés, traçavam a giz cada uma das peças a cortar nas mesas de corte, e punham a máquina de costura a trabalhar! Fazia-se sempre uma prova nos seus ateliers – quantas costureiras não trabalhavam em casa? – e depois outra, se necessário, até que o produto final era entregue, lavado e engomado, ao cliente. Um luxo!

Com o desenvolvimento da indústria têxtil, e o advento do pronto-a-vestir, esta profissões foram escasseando, até sobrarem apenas uns punhados de alfaiates ou modistas (que não são o mesmo que costureiras), hoje bem pagos, porque se reconhece a qualidade do trabalho e da mão de obra. A individualidade das peças também se perdeu: levante o braço quem nunca deu por si a pensar “aquela rapariga que ali vai tem uma t-shirt igual à minha”. E quem diz t-shirt diz mala, sandálias ou óculos de sol. O estilo individual, hoje em dia, está mais na forma como se conjugam as peças, como se constrói o outfit, do que propriamente nos itens em si. Mas ainda é possível ter peças originais ou – pelo menos – costumizadas. Pessoais e intransmissíveis. E não estou a falar de artesanato…

Há já algum tempo que as marcas se aperceberam desta apetência dos clientes pela diferenciação, pela personalização das suas peças, e muitas fazem disso um serviço extra, que oferecem aquando da compra. Desde as marcas de luxo que oferecem o serviço de personalização das peças de marroquinaria (a Hermès ou a Louis Vuitton são exemplos), até aos grandes gigantes da tecnologia (a Apple grava o nome do dono, mediante pedido, nos iPods Red), cada um de nós já pode ter um objeto um bocadinho mais “nosso”. Mas as marcas podiam ir mais além – e foram. A Nike e a Converse oferecem um serviço on-line de costumização total dos ténis. Cor da sola, dos atacadores, nome na etiqueta, padrão ou cores das laterais e do forro, tudo pode ser escolhido e conjugado. Os preços variam e estes serviços não estão disponíveis em todos os países (a Converse, por exemplo, ainda não envia para Portugal – snif! – mas a Nike sim, da sua coleção iD), mas pensando de forma matemática, há muitas centenas de probabilidades de conjugar os itens disponíveis, o que torna quase impossível tropeçarmos em alguém com uns ténis iguais aos nossos. E isso vale muito para qualquer fashionista que se preze!

Até já!