Category Archives: Divagações

Pensamentos, discussões filosóficas, pequenos nadas…

Coisas giras

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Como as gémeas Olsen

Como as gémeas Olsen

Há umas semanas, nos meus passeios online, descobri uma ilustradora que colabora semanalmente com as meninas do HelloGiggles, e faz coisas bem catitas… pelo menos, no que  a moda diz respeito. Quando a inspiração assim dita, a Cindy Mangomini, ilustradora residente na Holanda, esboça os outfits que veste no seu dia-a-dia, ou reúne em desenho os elementos básicos que compõem o guarda-roupa de uma qualquer fashionista. Exemplos mais recentes: como se vestir como uma das gémeas Olsen; que peças usar para uma transição entre verão e outono; ou ainda, o que usar numa road-trip com a melhor amiga. Querem mais “bonecos”? É só seguir o seu blog!

Até já!

Road trip style!

Road trip style!

LA Style

LA Style

Um guarda-roupa de transição verão/outono

Um guarda-roupa de transição verão/outono

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Já não sei o que vestir em casamentos…

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Don’t get me wrong, sei perfeitamente o que vestiria se o preço não fosse o problema (ver acima, tudo no Net-a-Porter).

Não consigo é decidir-me dentro do orçamento que tenho (ínfimo), e não encontro nada de jeito. Os sapatos já cá cantam (saldos da Zilian, ano passado, tcharam!), clutches tenho várias que funcionam com os ditos, vai depender – lá está – do vestido. Ainda pensei em calças largas e uma blusa, a atirar para o sofisticado, mas caramba: uma pessoa tem tão poucas oportunidades de se vestir bem, MESMO bem, tipo red carpet bem, e vai escolher calças? Nah…

Vai daí, estaca zero. O meu armário tem várias opções, mas nenhuma que convença: estamos a falar de início de Outubro, ou seja, tempo de “já não está calor, mas também não está frio” – e daí, até pode chover a potes, ou torrar o dia inteiro, o tempo anda doido… – e tudo o que tenho é para verão. Umas quantas opções datadas (tenho um slip dress giro, mas não sou a Kate Moss), outras demasiado curtas (resolvi que já estou velha para as mini espampanantes), outras ainda já vistas em eventos com os mesmos intervenientes. Nada, portanto. Ainda não esgotei os armários das amigas, mas como só uma veste o mesmo número, não sei se me safo.

Para piorar as coisas, ando com queda para os rosas-sorbet, e não há nada que me desconvença… vidas duras!

Até já!

 

Bring back our girls!

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michelle obama

Acho que já disse isto, e não me canso de o repetir, porque é a mais pura das verdades: a maternidade muda-nos. Não só pelo lado físico (4 quilos que vieram para ficar, um número de calças acima, alergias que não tinha, sono que já não consigo pôr em dia…), mas sobretudo pelo lado emocional: já chorava a ver o Rei Leão, agora choro mais; sentia pena dos pais de crianças birrentas, agora sinto uma enorme onda de empatia e solidariedade; as agressões a crianças, mulheres e animais deixavam-me com os nervos em franja, agora deixam-me positivamente POSSESSA! Grrrrrr….

Vem esta conversa a propósito do grupo de cerca de 250 raparigas adolescentes, raptadas de uma escola, na Nigéria, no passado mês de Abril, por um grupo islâmico extremista. O evento poderia ter passado despercebido por entre tanta coisa má que acontece no mundo – mas ainda bem que não foi. As redes sociais ajudaram a passar a palavra e, em poucos dias, o pedido #BRINGBACKOURGIRLS (“tragam as nossas raparigas de volta”) espalhou-se pelo mundo, tornando-se viral. E quem quer que critique o Instagram, Twitter ou Facebook como “meios que afastam as pessoas da realidade” não pode negar a sua utilidade nesta situação. O meio artístico, sempre solidário, associou-se à causa com entusiasmo: nomes como Angelina Jolie, Alexa Chung ou Cara Delevingne fizeram referência ao assunto, e até a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, foi fotografada com a frase da campanha. Outra apoiante deste movimento, Hillary Clinton afirmou sem rodeios que “a educação é um direito básico e não pode ser usado para atacar crianças”, opinião que subscrevo totalmente. O fanatismo, seja de que forma for, não pode ser tolerado.

Entretanto, vários governos internacionais enviaram equipas para ajudar as autoridades da Nigéria, que recusaram as reivindicações iniciais dos extremistas, e algumas raparigas conseguiram fugir, mas é preciso fazer mais. Para apoiar o movimento, e pressionar a comunidade internacional a agir, de forma a recuperar as meninas do cativeiro, podem subscrever a petição internacional – com perto de 1 milhão de assinaturas – aqui, ou escrever uma carta ou e-mail ao vosso deputado/governante preferido, e pedir uma posição oficial do nosso país. Diz que o tio Aníbal, que mora em Belém, gosta de receber postais…

Até já!

Saldos!

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new_promocoes_pt

Eles já aí estão! Chamem-lhe o que quiserem (promoções, descontos), mas os os ditos já começaram em lojas como a Massimo Dutti, Lacoste, Zilian, Lanidor e outras. As melhores oportunidades para adquirir as peças que andavam a namorar estão ao virar da esquina. E há muito por onde escolher… 😉

Até já – e boas compras!